• Prémios PLAY: todos os vencedores e a homenagem a Jorge Palma marcada pelo espírito de Abril

    Jorge Palma foi distinguido com o Prémio Carreira nos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, que decorreram esta quinta-feira no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Vizinhos, Mizzy Miles, Sara Correia, Calema e Plutonio levaram para casa alguns dos prémios mais ambicionados. Miguel Esteves Jorge Palma foi distinguido com o Prémio Carreira na 8ª edição dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, numa cerimónia no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, na qual foram também premiados artistas como Vizinhos, Mizzy Miles, Sara Correia, Plutonio, Napa e Calema, entre outros. O Prémio Carreira, decidido pela direção Audiogest, que gere e representa os direitos das editoras multinacionais, nacionais e independentes, que promove os PLAY, foi entregue a Jorge Palma…

  • Tame Impala ao vivo na MEO Arena: Hipster janado ascende a rock star

    Em mais uma noite de MEO Arena esgotadíssima, Kevin Parker ascendeu ao Olimpo das rock stars. Tal como o próprio afirmou, foi o primeiro concerto a solo em Portugal (em conjunto com o do dia anterior na Super Bock Arena) e confirmou o estatuto de headliner que já começava a ter nos festivais. Francisco Paraíso O espetáculo de ontem à noite foi a confirmação do estatuto da banda australiana liderada pelo alucinado Kevin Parker. Em quase 20 anos de carreira, Parker passou de fazer música no seu quarto para um espetáculo complexo a nível de luz e vídeo, que contou ainda com filmagens de uma viagem ao WC da Arena, de uma rodinha de cigarrada…

Reportagens

Smashing Pumpkins, Bon Iver e Thom Yorke no NOS Alive: Os headliners ficaram na escuridão

Para o final, deixaríamos os headliners da noite, mas infelizmente não nos deixaram fotografar, preferindo deixar as imagens para os olhos do público presente (ou para as lentes de meios selecionados a dedo). Foi pena, pois se Bon Iver se sentiu um pouco deslocado num palco tão grande para a sua música mais experimental e intimista, já os Smashing Pumpinks sentiram-se em casa e voltaram aos anos 90, dando um concerto poderoso e estranhamente(?) extrovertido. De Thom Yorke, não é estranho dizer que se sente à vontade em qualquer palco e esteve completamente frenético a apresentar os seus trabalhos a solo e com os Atom for Peace. Fotografia Smashing Pumpkins: Nuno Fangueiro/Arquivo Noite e Música…

The Chemical Brothers no NOS Alive: A rave habitual de som, luz e vídeo para fechar

A dupla Tom Rowlands e Ed Simons já é presença habitual nos palcos portugueses à mais de 20 anos. Repetem o fecho de um dia, como à três anos, e desta vez encerram o festival para a maior parte do público. [alpine-phototile-for-flickr src="set" uid="94480350@N05" sid="72157709642162851" imgl="fancybox" style="floor" row="5" size="800" num="10" highlight="1" curve="1" align="center" max="100" nocredit="1"] Aproveitando o embalo dos Smashing Pumpkins e do intervalo nos palcos secundários, os britânicos contaram com muita gente para o seu set de mais de uma hora e foram transformando a relva do palco NOS numa gigante pista de dança, especialmente com clássicos com "Hey Boy, Hey Girl" ou "Galvanize". Tendo lançado No Geography à poucos meses, integram "Free Yourself"…

Marina no NOS Alive: Coreografias bonitinhas e muita cor

Marina, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds é uma londrina bem-comportada e admiradora das Spice Girls. Se, na música anda entre a pop mais indie de Florence ou mais comercial de Britney Spears ou Katy Perry, é nas coreografias que vai buscar à mais reconhecida girls band a inspiração. [alpine-phototile-for-flickr src="set" uid="94480350@N05" sid="72157709641939877" imgl="fancybox" style="floor" row="5" size="800" num="15" highlight="1" curve="1" align="center" max="100" nocredit="1"] O alinhamento é essencialmente composto pelas músicas de LOVE + FEAR, o seu último álbum que a levou ao top das listas de audições e visualizações nas mais conhecidas redes sociais. Foi um concerto deslocado de um palco que tinha, no mesmo dia, Idles ou Thom Yorke mas, nota-se um esforço…

Galerias

Tame Impala ao vivo na MEO Arena: Hipster janado ascende a rock star

Em mais uma noite de MEO Arena esgotadíssima, Kevin Parker ascendeu ao Olimpo das rock stars. Tal como o próprio afirmou, foi o primeiro concerto a solo em Portugal (em conjunto com o do dia anterior na Super Bock Arena) e confirmou o estatuto de headliner que já começava a ter nos festivais. Francisco Paraíso O espetáculo de ontem à noite foi a confirmação do estatuto da banda australiana liderada pelo alucinado Kevin Parker. Em quase 20 anos de carreira, Parker passou de fazer música no seu quarto para um espetáculo complexo a nível de luz e vídeo, que contou ainda com filmagens de uma viagem ao WC da Arena, de uma rodinha de cigarrada…

Hans Zimmer na MEO Arena: Compositor Pop

O compositor alemão confirmou-se como um dos compositores de bandas sonoras mais populares da atualidade e um mestre na criação destes espetáculos híbridos entre o clássico e o popular. Tiago Cortez Quem esperava um concerto de bandas sonoras à maneira clássica com orquestra de músicos sentados em filas, ficou surpreendido com o espetáculo de Hans Zimmer. O compositor alemão de 68 anos apresentou-se com dezenas de músicos/performers que não paravam em palco, trocando de lugar e, por vezes de instrumento. Também Hans foi-se dividindo entre a guitarra, o sintetizador e, no final, pelo piano clássico. Houve ainda guitarristas roqueiros, solos de quase todos os músicos ou secções sonoras e muitos elogios à cidade e a…

Trovante ao vivo na Super Bock Arena: uma noite a 125 azul

Depois de dois concertos em Lisboa, os Trovante trouxeram à Invicta duas noites intensas de nostalgia, que encheram a Super Bock Arena de memórias. O Porto, como já nos habituou, soube receber, cantando e dançando ao ritmo que a banda liderada por Luís Represas impôs ao longo das duas horas de atuação. Exemplo disso, foram as palmas que acompanharam os bombos que nos remetia para o ano de 1977, ano em que o álbum Chão Novo deu a conhecer os Trovante a Portugal . Embora o tema "Saudade" nos diga 'há sempre alguém que nos faz pensar um pouco', a cidade do Porto não pensou e transformou-se numa só voz em músicas como "Perdidamente", "Sete…