Original e intimista. Assim foi o concerto de Miguel Gameiro e Pólo Norte, no ano em que festejam 20 anos de canções na língua de Camões. Foi de forma inusitada que começou o espetáculo. Uma mesa, duas cadeiras, o empregado do café e Miguel. Duas décadas de vida em fotos e memórias, recordadas pelo vocalista e transformadas em humor por Aldo Lima, o empregado. Depois de uma boa dose de gargalhadas, que poderiam muito bem ouvir-se no exterior, tal era a lotação do coliseu, Miguel Gameiro pegou na sua guitarra e cantou "Lisboa", em jeito de introdução. Parou e ficou a aguardar ser vaiado, afinal de contas estava no Porto, mas o público continuou a…