• Prémios PLAY: todos os vencedores e a homenagem a Jorge Palma marcada pelo espírito de Abril

    Jorge Palma foi distinguido com o Prémio Carreira nos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, que decorreram esta quinta-feira no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Vizinhos, Mizzy Miles, Sara Correia, Calema e Plutonio levaram para casa alguns dos prémios mais ambicionados. Miguel Esteves Jorge Palma foi distinguido com o Prémio Carreira na 8ª edição dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, numa cerimónia no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, na qual foram também premiados artistas como Vizinhos, Mizzy Miles, Sara Correia, Plutonio, Napa e Calema, entre outros. O Prémio Carreira, decidido pela direção Audiogest, que gere e representa os direitos das editoras multinacionais, nacionais e independentes, que promove os PLAY, foi entregue a Jorge Palma…

  • Tame Impala ao vivo na MEO Arena: Hipster janado ascende a rock star

    Em mais uma noite de MEO Arena esgotadíssima, Kevin Parker ascendeu ao Olimpo das rock stars. Tal como o próprio afirmou, foi o primeiro concerto a solo em Portugal (em conjunto com o do dia anterior na Super Bock Arena) e confirmou o estatuto de headliner que já começava a ter nos festivais. Francisco Paraíso O espetáculo de ontem à noite foi a confirmação do estatuto da banda australiana liderada pelo alucinado Kevin Parker. Em quase 20 anos de carreira, Parker passou de fazer música no seu quarto para um espetáculo complexo a nível de luz e vídeo, que contou ainda com filmagens de uma viagem ao WC da Arena, de uma rodinha de cigarrada…

Reportagens

Future no Super Bock Super Rock: o Futuro ainda não chegou!

De Atlanta, berço de tantos nomes relevantes da cultura hip-hop, chega Nayvadius DeMun Wilburn, ou melhor, Future. Muitos ficaram na mesma quando foi anunciado o cabeça de cartaz do, já tradicional dia do hip-hop, no Super Bock Super Rock deste ano. Future não é Kendrick Lamar que, para além de reunir várias tribos do hip-hop, chega ainda a muitas franjas da onda hipster que varre os festivais atuais. O rapper de Atlanta que representar exatamente o futuro que o nome anuncia e, esse futuro chega-nos com auto-tune. Muita da sua interpretação utiliza este gadget para transformar a sua voz, juntamente com murmúrios, muitas vezes ininteligíveis. Tudo isto vem acompanhado, não por uma banda, mas por…

Língua Franca no Super Bock Super Rock: conexão lusófona

Ao coletivo luso-brasileiro, idealizado em 2015 pela Sony portuguesa e brasileira, e que junta a portuense Capicua, Valete (da Amadora) e os brasileiros Emicida e Rael de São Paulo, coube a tarefa de fechar o Palco EDP. A plateia foi muito mais numerosa do que no dia anterior (ou não estivessem já a jogar em casa) e os quatro rappers souberam, cada um à sua maneira, puxar pelo público. O quarteto, acompanhado de D-One nos pratos e Fred Ferreira na bateria, apostou num formato em que alternava as músicas do seu único álbum homónimo, com atuações a solo de cada um dos MC's a interpretar os seus originais. Do álbum produzido por Fred Ferreira, Nave…

London Grammar no Super Bock Super Rock: os britânicos que salvaram o dia

O trio britânico, em estreia em Portugal, era mais uma aposta arriscada no meio do cartaz deste dia, embora com mais pontos de contacto que os seus antecessores The Gift. A pop sonhadora entrecortava com momentos de trip hop e eletrónica que nos levavam mais perto do hip-hop dominante dos restantes palcos e headliner do dia. A voz forte, mas cheia de subtilezas de Hannah Reid fez-se sentir, logo a abrir, com "Hey Now". Se fechássemos os olhos, ouviríamos Florence Welch, dadas as óbvias semelhanças no timbre. A banda foi saltitando pelas músicas dos seus dois únicos álbuns: If You Wait de 2013 e o recém-lançado Truth is a Beautiful Thing. Do primeiro destacamos "Flickers",…

Galerias

Tame Impala ao vivo na MEO Arena: Hipster janado ascende a rock star

Em mais uma noite de MEO Arena esgotadíssima, Kevin Parker ascendeu ao Olimpo das rock stars. Tal como o próprio afirmou, foi o primeiro concerto a solo em Portugal (em conjunto com o do dia anterior na Super Bock Arena) e confirmou o estatuto de headliner que já começava a ter nos festivais. Francisco Paraíso O espetáculo de ontem à noite foi a confirmação do estatuto da banda australiana liderada pelo alucinado Kevin Parker. Em quase 20 anos de carreira, Parker passou de fazer música no seu quarto para um espetáculo complexo a nível de luz e vídeo, que contou ainda com filmagens de uma viagem ao WC da Arena, de uma rodinha de cigarrada…

Hans Zimmer na MEO Arena: Compositor Pop

O compositor alemão confirmou-se como um dos compositores de bandas sonoras mais populares da atualidade e um mestre na criação destes espetáculos híbridos entre o clássico e o popular. Tiago Cortez Quem esperava um concerto de bandas sonoras à maneira clássica com orquestra de músicos sentados em filas, ficou surpreendido com o espetáculo de Hans Zimmer. O compositor alemão de 68 anos apresentou-se com dezenas de músicos/performers que não paravam em palco, trocando de lugar e, por vezes de instrumento. Também Hans foi-se dividindo entre a guitarra, o sintetizador e, no final, pelo piano clássico. Houve ainda guitarristas roqueiros, solos de quase todos os músicos ou secções sonoras e muitos elogios à cidade e a…

Trovante ao vivo na Super Bock Arena: uma noite a 125 azul

Depois de dois concertos em Lisboa, os Trovante trouxeram à Invicta duas noites intensas de nostalgia, que encheram a Super Bock Arena de memórias. O Porto, como já nos habituou, soube receber, cantando e dançando ao ritmo que a banda liderada por Luís Represas impôs ao longo das duas horas de atuação. Exemplo disso, foram as palmas que acompanharam os bombos que nos remetia para o ano de 1977, ano em que o álbum Chão Novo deu a conhecer os Trovante a Portugal . Embora o tema "Saudade" nos diga 'há sempre alguém que nos faz pensar um pouco', a cidade do Porto não pensou e transformou-se numa só voz em músicas como "Perdidamente", "Sete…