The Cure no NOS Alive: Alegria de regresso aos eighties


The Cure no NOS Alive: Alegria de regresso aos eighties

De regresso a Portugal e ao NOS Alive, os "morcegos" dos anos 80 continuam em grande forma 40 anos depois da sua formação.

A figura sempre igual de Robert Smith, qual Eduardo Mãos de Tesoura, indicia o passado gótico e new wave da banda, mas mascara a alegria com que ainda hoje tocam mais de duas horas num grande concerto.

Já à vários anos sem álbum novo, os concertos continuam a ser de antologia, revisitando as décadas de carreira. "Shake Dog Shake" abre o concerto para depois vermos Smith com flauta em "Burn". "In Between Days" e "Just Like Heaven" aparecem de rajada para o público cantar e sonhamos com "From de Edge of the Deep Green Sea", "Pictures of You", "Lovesong" ou "A Night Like This".

Entramos na fase mais dark, com "Play for Today", "A Forest" ou "One Hundred Years" para terminar quase com 20 músicas.

No longo encore, continua o convite para a coro do público com "Lullaby", a muito aguardada "Friday I’m Love" (já era sexta-feira!). "Why Can’t Be You" e "Boys Don’t Cry" terminaram um grande concerto e confirmaram a grande forma do sexagenário Robert Smith e restante banda.

Equipa Noite e Música Magazine no NOS Alive
Fotografia: Júlia Oliveira
Textos: Miguel Lopes
Edição: Nelson Tiago