The Black Mamba no NOS Alive: Para palcos grandes, artistas enormes


The Black Mamba no NOS Alive: Para palcos grandes, artistas enormes

Os portugueses foram os responsáveis por abrir o Palco NOS neste terceiro e último dia de festival. Com uma energia contagiante, a banda que se formou em 2010 mostrou que os artistas portugueses encaixam na perfeição em palcos grandes.

Apesar de serem um grupo recente, os The Black Mamba já haviam marcado presença no festival em 2014, dessa vez, dividindo o palco com Aurea. Mas este ano o cenário foi diferente. Pedro Tatanka, vocalista da banda, parabenizou a organização do festival por conseguir chamar cada vez mais pessoas para o primeiro concerto do dia no palco principal e também por escolher artistas nacionais para o ocupar. Neste seguimento, aproveitou para elogiar You Can't Win, Charlie Brown e Pedro Bettencourt por terem representado tão bem os artistas portugueses.

Com a fasquia elevada para manter o nível dos seus antecessores, os The Black Mamba não "balançaram" e presentearam o público com os 11 temas que o tempo permitia. Além de "I Want My Money Back" e "Rock Me Baby", temas de 2014 e 2012 respetivamente, ouvimos também "Sweet Lies" e "Under Your Skin".

A banda junta o ritmo do blues com o soul e o funk mas o tema que se segue mantém na sua natureza uma quase totalidade do blues. "It Ain’t You" foi lançado em 2012 e o público de Algés soube cantá-lo muito bem.

Já na reta final, a banda escolheu interpretar o tema "Still I Am Alive" por se tratar deste festival em especial, a razão está naturalmente no nome.

O concerto terminou com "Grey Eyes", "Wonder Why" e com a certeza de que os The Black Mamba estiveram à altura do maior palco do festival. A prova está nos aplausos e na energia que os festivaleiros fizeram questão de demonstrar.

Equipa Noite e Música Magazine no NOS Alive
Fotografia: António Teixeira
Textos e Social Feed: Miguel Lopes e Daniela Fonseca
Edição: Nelson Tiago


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