Meo Marés Vivas já tem 70% dos bilhetes vendidos


Meo Marés Vivas já tem 70% dos bilhetes vendidos

Expectativas de casa cheia no festival Meo Marés Vivas.

Já com mais de 70% dos bilhetes vendidos e na sua 12ª edição, o festival Meo Marés Vivas tem vindo a assistir a um aumento do público estrangeiro e de pessoas provenientes de outras zonas do país.

Na conferência de imprensa, que decorreu no espaço destinado a acolher 25 mil pessoas por dia, à semelhança de anos anteriores, Jorge Silva, responsável da PEV Entertainment, salientou que o Meo Marés Vivas é já um festival bem demarcado. "As pessoas olham para o festival independentemente do cartaz. O evento vende por si só".

Num formato que tenta agradar aos aficionados dos vários estilos musicais, desde rock, a hindu, não esquecendo a eletrónica e o pop-rock, a aposta é em melhorar as condições do espaço e não deslocá-lo para outro sítio. "Seria difícil arranjar um local tão emblemático como este", disse Jorge Silva.

Meo Marés Vivas já tem 70% dos bilhetes vendidos

Jorge Silva e Jorge Lopes, da promotora PEV Entertainment com o presidente da Câmara Municipal de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues @Magda Santos

Quanto ao cartaz, os responsáveis pela organização do evento, acreditam ter um dos melhores a nível nacional. "Os Xutos e Pontapés escolheram o festival Meo Marés Vivas para comemorar o seu aniversário, a norte. Os Prodigy, que já participaram no evento em 2008, estão de volta para apresentar o seu mais recente álbum, assim como James". Skrillex, no segundo dia, é uma das presenças mais aguardada e trará uma surpresa a palco: uma nave espacial de grandes dimensões. James Arthur e Joss Stone são as grandes promessas do festival, mas é com Portishead, no terceiro e último dia do Meo Marés Vivas, que a organização pensa terminar com chave de ouro. "É uma banda que queríamos há muito e sai um bocado do estilo convencional. Portishead seria, provavelmente, cabeça de cartaz em qualquer outro festival".

Para Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, receber a 12ª edição do festival é um orgulho e nunca houve dúvidas quanto à sua realização. "Levar a imagem da região fora de portas, apoiando o festival, apesar das restrições financeiras, é contribuir para uma boa repercurssão a nível internacional". Eduardo Vítor Rodrigues concluiu o seu discurso, dizendo que acredita que o festival tem um cartaz extraordinário.

Texto: Magda Santos


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